GeoGebra e Lousa Digital: o casal perfeito para uma geometria dinâmica

O professor Valdir explora o conteúdo de funções trigonométricas de maneira manipulável (dinâmica), digital, onde os alunos podem, através do uso da lousa digital, combinado com o software GeoGebra, verificar as propriedades das funções, assim como a “interferência” de cada um dos coeficientes da expressão analítica das funções apenas com o toque do dedo. Matemática e tecnologia tem tudo a ver!

Empreender é pensar no futuro, e o Inedi pensa no futuro

O inedi oferece, no ensino fundamental, séries finais, a disciplina de Empreendedorismo, com o objetivo de desenvolver comportamentos empreendedores para que, na vida adulta, possam ter um preparo para o mundo dos negócios e um conhecimento mais amplo das suas potencialidades. O aluno, ao se tornar empreendedor, pode inovar e desenvolver soluções mesmo que ele não pense em abrir uma empresa. Médicos, advogados, arquitetos, psicólogos, nutricionistas, publicitários ou qualquer outro tipo de profissional liberal, tem muito mais chance de sucesso quando também desenvolve o perfil empreendedor. Empreendedorismo é uma habilidade e não um conhecimento, por isso é uma disciplina muito mais relacionada à prática do que com a teoria. O Professor Alexandre Garcia, professor da disciplina, é mestre em Administração e traz o que há de mais promissor na para os alunos do Colégio Inedi em matéria de empreendedorismo!

Criação de Avatares e Gamificação: um novo universo aos olhos dos alunos

Os alunos da turma 51, junto à professora Patrícia, criaram avatares para um projeto piloto com o objetivo de consultar a pontuação do trimestre nas diversas áreas do conhecimento de uma maneira diferente. Eles terão acesso a um game onde, em uma cidade virtual, possam ir ao banco de pontos e consultar o seu desempenho nas aulas.
Quer gamificação, tem no Inedi! Legal né?!?!

Seminário de coisas: “parece ser bem legal, né?”

O 1º seminário de Coisas Legais do Colégio INEDI foi um encontro formal em que os alunos tiveram a oportunidade de apresentar coisas “legais” em diversas áreas do conhecimento. O Seminário de Coisas Legais surgiu em nível de graduação, com o intuito de desmitificar a matemática e as ciências como grandes vilãs no processo de ensino e aprendizagem. No INEDI, a temática está livre para quaisquer disciplinas.
Para se ter uma ideia, foram abordados temas como a vida de Personagens de Gibi, pilhas caseiras e até a história do Jipe no trabalho “O Jipe: da construção até a atualidade”. Onde um Jipe foi exposto nas dependências do colégio junto às informações relevantes de seu contexto histórico. Quer aprender coisas legais?
Vem para o Inedi!

Recursos tecnológicos a favor da Educação – “Quiz” pelo smartphone!

Uma competição saudável!

Com o auxílio da lousa digital e da plataforma Kahoot os alunos do 2º e 3º anos do ensino médio tiveram a oportunidade de revisar um conjunto de palavras da língua inglesa que mais confundiram os participantes do ENEM nas últimas edições.O professor de língua inglesa, Silas, preparou uma atividade no formato de um Quiz, onde os alunos puderam testar o seu  vocabulário na língua em uma competição através do smartphone. A atividade foi realizada no dia 9 de novembro deste ano, tendo duração de um período.

O que é o Kahoot?

O Kahoot é ferramenta educacional oferecida gratuitamente, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia Norueguesa (NTNU). Dentre outras possibilidades, a plataforma permite criar atividades no formato Quiz – um jogo de perguntas e respostas que visa avaliar o conhecimento. A aula contou com a interação do professor com a lousa digital que, no estilo showman, conduzia as perguntas, que eram respondidas pelos alunos ao simples toque na tela de smartphone. A plataforma computa os acertos e também dá maior pontuação para aquele que respondeu corretamente e mais rápido. A interação com a lousa digital permitiu que o professor fizesse apontamentos ao “quadro” e comentasse o significado de algumas palavras durante o Quiz.

ALUNOS DO COLÉGIO INEDI EMBARCAM EM AVENTURA VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

RPG Maker com o estratégia de ensino e aprendizagem

A professora Saionara junto ao coordenador pedagógico e prof. Dr. Lucas Nunes Ogliari deram o primeiro passo de um projeto que leva os alunos a uma aventura autoral de aprendizagem. Através de um software de criação de games no estilo Role-playing Game (RPG), uma turma do 5º ano do ensino fundamental iniciou sua campanha em busca do conhecimento ajudando um personagem criado especialmente para os alunos a explorar diferentes cenários em um game que envolve interação, diálogo, muita leitura e aprendizagem.

…a tecnologia e a criatividade
como aliadas à aprendizagem…

Outro fator relevante nesta experiência é o uso da lousa digital, que possibilitou à professora e aos alunos usarem a própria tela do game para desenhar e resolver os problemas encontrados no decorrer da aventura.

O game perm itiu à professora abordar assuntos de diversas áreas do conhecimento valendo-se de questões de múltipla escolha elaboradas a partir dos conteúdos estudados pelos alunos no trimestre. Mas o software não se limita apenas à perguntas e respostas, ele permite a arrecadação de itens pelos cenários, visualização de imagens e até mesmo a inserção de áudios se necessário, tudo para pôr a criatividade da professora e dos alunos em ação. A proposta alcançou o objetivo inicialmente idealizado para o projeto, que era o de trazer a tecnologia e a criatividade com o aliadas à aprendizagem . O Colégio Inedi entende que diversificar a rotina escolar com atividades pedagógicas envolvendo o uso de tecnologias motiva professores e alunos, trazendo maior qualidade e contemporaneidade ao ensino.

Colégio Inedi recebe primeira equipe de robótica da América do Sul

Desenvolver o raciocínio lógico e a criatividade por meio de uma ferramenta capaz de transformar as aulas de matérias das Ciências Exatas, como Física, Química e Matemática, em algo atrativo para os alunos. Esse foi o intuito da atividade proposta pelo Projeto Embuá do Colégio Inedi com alunos do 9º, 1º e 2º ano. A atividade foi realizada na manhã dessa quinta-feira (27-10), no auditório da escola.

A iniciativa, do professor de Física do Inedi, Adalberto Pereira Soares, tem por objetivo trabalhar a interdisciplinaridade e despertar o interesse dos alunos pela robótica. “A ideia é utilizar os resíduos eletrônicos da escola para confecção de materiais tecnológicos”, salientou.

A Robótica é uma metodologia diferenciada na educação que promove o desenvolvimento de habilidades, incentivo ao trabalho em grupo e estímulo à criatividade, além de transformar o processo de ensino e aprendizagem em uma experiência divertida.

A estudante de Letras e integrante da Equipe de Robótica, Nicole Ribeiro, ressalta que a ideia é apresentar aos alunos como funciona e proporcionar conhecimento sobre a robótica. “Mostrar que somos voluntários e que existe a oportunidade em participar de Projetos como esse. São muitas as oportunidades”, revelou.

Para a aluna do 1º ano do Inedi, Juliana Holeva, essa é uma oportunidade de participar de um universo que desperta interesse e curiosidade e que proporciona o contato com as diversas áreas do conhecimento. “A ideia é ótima”, declarou. “Eu não conhecia este universo e foi muito importante conhecer e aprender como funciona a robótica”, argumentou o estudante do 2º ano, Guilherme Baltazar.

A Equipe de Robótica The Brazilian Trail Blazers #1772, sediada na cidade de Gravataí, é ministrada pela AIDTEC, uma organização sem fins lucrativos também do município. O grupo participa, anualmente, da maior competição de robótica do mundo, a FIRST Robotics Competition – FRC, disponibilizando aos alunos além de aprendizado experiência cultural na viagem a outros países. Com o apoio de empresas parceiras o grupo realiza oficinas, aulas práticas, palestras, workshops e intercâmbios para outros países. Já participaram de competições na China, Austrália e Canadá. Nos Estados Unidos (EUA), a equipe obteve o 6º lugar dentre os 60 robôs que estavam competindo, além da conquista do prêmio com o FIRST Dean’s List Finalist Award.

Alunos realizam panfletagem para conscientizar população

Os alunos do Projeto Embuá do Colégio Inedi realizaram panfletagem de material informativo sobre a segurança no trânsito e as causas pelo uso do álcool na direção. Os panfletos, confeccionados pelos alunos, foram distribuídos aos motoristas e pedestres que passavam pela frente da escola. A atividade, proposta ao grupo que abordou vícios, foi coordenada pelos professores Valdir Teixeira e Daisy Garcia. Participaram da ação, aproximadamente, 25 alunos.

Conforme a professora Daisy, o objetivo foi despertar a conscientização na comunidade sobre os riscos quanto ao uso de álcool ao dirigir um veículo. A atividade contou com a assistência de um fiscal de trânsito municipal que contribuiu com a parada dos motoristas para a entrega do panfleto. “Durante a panfletagem, observei que várias pessoas infringiram a lei, com uso de celular na direção e a falta do uso de cinto de segurança. Os motoristas ficaram assustados e com medo. No entanto, a ideia não era aplicar multas, mas alertar em prol da segurança no trânsito. Uma forma significativa de observação e aprendizagem”, esclareceu.

Para o aluno Renan Silva, essa foi uma atividade prática muito importante de alerta à população sobre a segurança no trânsito, além de conscientizar sobre as causas fatais que o uso do álcool pode trazer. Paralelo a esta atividade, o professor Luiz Tomaz, orientou os discentes na confecção de um bafômetro. O teste foi realizado com alguns alunos convidados.

Alunos do Inedi participam de Jogos paraolímpicos

Com objetivo de promover a vivência das regras de um esporte paraolímpico nas modalidades de futsal e vôlei e proporcionar a sensação de uma pessoa com deficiência na prática esportiva, o Colégio Inedi realizou, com alunos do Projeto Embuá, jogos de vôlei sentado e futsal cego no ginásio da escola. A proposta foi das professoras Cristiane Silveira e Rosângela Figueiredo. A atividade, que integra a terceira Unidade de Aprendizagem, faz parte do tema sobre esporte.

Segundo as professoras, os alunos pesquisaram as diferentes modalidades e o futsal e o vôlei foram os jogos escolhidos. “A ideia foi fazer com que os alunos experimentassem essas práticas como se fossem pessoas com deficiência. Vivenciar as limitações e, ao mesmo tempo, as diferenças e semelhanças da prática esportiva por pessoas com deficiência ou não.”, esclareceu Rosângela.

A programação de atividades do Projeto Embuá contou ainda com a realização de trabalhos artísticos. No mesmo grupo intitulado esporte, os alunos foram desafiados a realizarem desenhos com o uso de pincéis, cordas e a boca, sem poder utilizar as mãos. “Os resultados foram incríveis”, comentou a professora Cristiane.

Conforme a estudante Juliana Holeva, participar de oficinas e ir à campo entrevistar pessoas, além de pesquisar gêneros musicais e os direitos humanos foi muito interessante. “A participação nos jogos paraolímpicos fez a gente acreditar que é possível, mesmo com limitações. Aprendemos a valorizar mais o que temos.”, finalizou.

Inovação no ensino valoriza habilidades e criatividade

O aluno como centro do processo educacional e o professor como mediador do conteúdo. Assim se define a estratégia educacional realizada nas atividades do Projeto Embuá do Colégio Inedi com alunos do 9º, 1º e 2º ano do Ensino Médio. Novos métodos de ensino e aprendizagem tomaram conta das salas de aula da escola e os professores acompanham a tendência que possibilita a construção do conhecimento, por meio da pesquisa e do uso de recursos tecnológicos.

Na terceira Unidade de Aprendizagem, intitulada Sociedade, os alunos participaram de atividades diversificadas sobre Classes Sociais, Vícios e Esporte. Foram três grupos, sendo cada um composto por 25 integrantes. As tarefas, propostas pelos professores das diferentes áreas do conhecimento, possibilitaram a troca de experiências, a criatividade, o incentivo e a integração entre estudantes dos diferentes níveis de ensino.

Segundo o coordenador do Projeto Embuá do Inedi, professor Silas Ferraz, essa metodologia de ensino e aprendizagem permite ao aluno escolher com liberdade e autonomia o assunto que gostaria de pesquisar.

Conforme os estudantes, participar do Projeto Embuá está sendo uma oportunidade de crescimento, desenvolvimento de habilidades e criatividade, além de poder aprender com tarefas desafiadoras. Para o aluno Carlos Eduardo Coelho de Souza, o grupo mais interessante foi sobre vícios. “Vivenciamos a prática e pesquisamos diversos assuntos”, salientou.

A criação de propagandas e personagens com apresentação de esquete teatral, por exemplo, foi a proposta solicitada pelo professor Luis Fernando Oliveira no grupo Classes Sociais. Já no grupo Vícios, os alunos analisaram duas notícias que abordavam acidente por motivo de embriaguez e apreensão de drogas. A atividade, proposta pela professora Ândrea Réus, foi montar um júri-simulado com a finalidade de julgar os envolvidos nos fatos. O objetivo, segundo Ândrea, foi conscientizar jovens e adolescentes sobre os prejuízos causados pelo uso de bebidas alcoólicas, drogas lícitas e ilícitas. “A ideia foi promover reflexão, conscientização e despertar o senso crítico”, destacou.

No grupo sobre o Esporte, por exemplo, os alunos apresentaram os diferentes gêneros musicais, como street dance, forró, capoeira, lambada, zumba, chula, jazz e pop. Além disso, foram conferidos pela equipe os transtornos psicológicos, como anorexia, bulimia e vigorexia, implante de prótese e uso de anabolizantes. As atividades também contaram com a exibição de vídeos sobre assuntos relacionados ao esporte, às classes sociais e aos vícios.

Importante ressaltar que todos os alunos participaram das atividades dos diferentes grupos. Após a conclusão de cada tarefa, as equipes trocavam de grupos com a finalidade de trocar experiências.