Inovação no ensino valoriza habilidades e criatividade

O aluno como centro do processo educacional e o professor como mediador do conteúdo. Assim se define a estratégia educacional realizada nas atividades do Projeto Embuá do Colégio Inedi com alunos do 9º, 1º e 2º ano do Ensino Médio. Novos métodos de ensino e aprendizagem tomaram conta das salas de aula da escola e os professores acompanham a tendência que possibilita a construção do conhecimento, por meio da pesquisa e do uso de recursos tecnológicos.

Na terceira Unidade de Aprendizagem, intitulada Sociedade, os alunos participaram de atividades diversificadas sobre Classes Sociais, Vícios e Esporte. Foram três grupos, sendo cada um composto por 25 integrantes. As tarefas, propostas pelos professores das diferentes áreas do conhecimento, possibilitaram a troca de experiências, a criatividade, o incentivo e a integração entre estudantes dos diferentes níveis de ensino.

Segundo o coordenador do Projeto Embuá do Inedi, professor Silas Ferraz, essa metodologia de ensino e aprendizagem permite ao aluno escolher com liberdade e autonomia o assunto que gostaria de pesquisar.

Conforme os estudantes, participar do Projeto Embuá está sendo uma oportunidade de crescimento, desenvolvimento de habilidades e criatividade, além de poder aprender com tarefas desafiadoras. Para o aluno Carlos Eduardo Coelho de Souza, o grupo mais interessante foi sobre vícios. “Vivenciamos a prática e pesquisamos diversos assuntos”, salientou.

A criação de propagandas e personagens com apresentação de esquete teatral, por exemplo, foi a proposta solicitada pelo professor Luis Fernando Oliveira no grupo Classes Sociais. Já no grupo Vícios, os alunos analisaram duas notícias que abordavam acidente por motivo de embriaguez e apreensão de drogas. A atividade, proposta pela professora Ândrea Réus, foi montar um júri-simulado com a finalidade de julgar os envolvidos nos fatos. O objetivo, segundo Ândrea, foi conscientizar jovens e adolescentes sobre os prejuízos causados pelo uso de bebidas alcoólicas, drogas lícitas e ilícitas. “A ideia foi promover reflexão, conscientização e despertar o senso crítico”, destacou.

No grupo sobre o Esporte, por exemplo, os alunos apresentaram os diferentes gêneros musicais, como street dance, forró, capoeira, lambada, zumba, chula, jazz e pop. Além disso, foram conferidos pela equipe os transtornos psicológicos, como anorexia, bulimia e vigorexia, implante de prótese e uso de anabolizantes. As atividades também contaram com a exibição de vídeos sobre assuntos relacionados ao esporte, às classes sociais e aos vícios.

Importante ressaltar que todos os alunos participaram das atividades dos diferentes grupos. Após a conclusão de cada tarefa, as equipes trocavam de grupos com a finalidade de trocar experiências.